37 anos de poesia impressa, inquieta e sertaneja.

O Cabeça de Rato atravessa o tempo como um jornal raro: artesanal, independente e feito para colocar a poesia em circulação. Suas páginas reúnem autores, desenhos, memórias e vozes que ajudam a contar uma parte importante da produção literária do nosso sertão.

Ilustração do rato escrevendo
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Palavra

Poemas, repentes, versos livres, homenagens e experimentações que mostram a força da criação literária fora dos grandes centros editoriais.

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Imagem

Capas, ilustrações, traços e composições gráficas que fazem do jornal também um documento visual da cultura popular e independente.

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Memória

Cada edição preserva encontros, nomes, cidades, épocas e modos de fazer poesia que merecem permanecer acessíveis às novas gerações.

Um acervo para folhear

Esta área digital foi criada para organizar e disponibilizar edições do Cabeça de Rato em formato de leitura online e download. A proposta é simples: permitir que o jornal continue circulando, agora também pelas telas.

No acervo, cada edição aparece com capa, identificação, ano, opção de leitura em formato de revista virtual e arquivo em PDF para baixar. Aos poucos, novas edições poderão ser incorporadas, ampliando a memória disponível do projeto.

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Conheça a origem, os editores, a linguagem e a importância cultural do Cabeça de Rato.

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Entenda a parceria com o Memórias de Sumé e o esforço de reaproximação do jornal com o público.

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A poesia continua em circulação.

Entre o papel e a tela, o Cabeça de Rato segue cumprindo sua vocação: fazer a palavra caminhar, encontrar leitores e permanecer como registro vivo da criação poética sertaneja.

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